Um caso curioso...


Uma família do Novo México, nos EUA, vai processar a casa funerária que tratou das cerimónias fúnebres da mãe, depois de terem recebido em casa o cérebro da falecida juntamente com outros pertences.
O processo, relativo a factos acontecidos em Setembro, foi agora revelado e indica que os familiares da falecida só se aperceberam do sucedido quando sentiram o mau cheiro que emanava do saco enviado pela funerária com os valores da senhora, revela a estação televisiva "ABC 13", que cita o "Albuquerque Journal".
O dono da funerária responsável pelo funeral descarta responsabilidades no caso e afirma que a culpa é de uma outra entidade que tratou do caso no estado do Utah, onde a senhora morreu num acidente rodoviário.

 Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/interior.aspx?content_id=1463242

Homem em estado vegetativo consegue comunicar

Estudo abre portas ao estudo do cérebro. A técnica IRMF «tornará mais fácil aos pacientes expressarem os seus sentimentos e responderem a perguntas difíceis, como a eutanásia», declarou o professor da universidade de Liège, Steven Laureys

Um homem considerado em estado vegetativo há cinco anos conseguiu responder com «sim» e «não» a perguntas dos médicos apenas com o pensamento, revela um estudo publicado nesta quarta-feira no New England Journal of Medicine.

Em 2003, o homem de 29 anos, cuja identidade não foi revelada, sobreviveu a um grave acidente de trânsito. O paciente, que não pode se mover nem falar, «vive num país da Europa oriental», revela a AFP.

A sua actividade cerebral foi examinada através da técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF) pelas equipas das universidades de Liège e Cambridge. Foi observado que quando lhe faziam perguntas simples, como «o seu pai chama-se Tomás?», ele activava as mesmas áreas do cérebro que os indivíduos normais utilizam.

«Ficámos chocados quando vimos os resultados do paciente. Ele era capaz de responder correctamente às nossas perguntas e isso simplesmente modulando os pensamentos, que eram logo descodificados pelo sistema IRMF», declarou Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge.

O estudo foi feito com 23 pacientes diagnosticados em estado vegetativo. Em quatro deles (17%) foram detectados sinais de consciência.

Pessoas aparentemente em coma «podem ser interrogadas sobre a sua dor», explicou a neurologista de Liège, Audrey Vanhaudenhuyse, destacando, entretanto, que «todos os pacientes em estado vegetativo não estão conscientes».

A técnica IRMF «tornará mais fácil aos pacientes expressarem os seus sentimentos e responderem a perguntas difíceis, como a eutanásia», declarou o professor da universidade de Liège, Steven Laureys.

Esta história apela a uma outra revelada há dois meses, de Rom Houben, um belga vítima de um acidente de carro que os médicos consideraram equivocadamente em estado de coma durante 23 anos, antes da equipa do professor Laureys descobrir que ele tinha plena consciência do que ocorria ao seu redor. Este homem, de 46 anos, comunica agora escrevendo palavras num computador especialmente adaptado e já pensa escrever um livro.

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/cerebro-estudo-vegatativo-tecnologia-tvi24/1136753-4069.html

Feirinha em Barcelos

De modo a angariarmos fundos para a concretização do nosso produto final (cérebro "gigante") o nosso grupo vai realizar uma feirinha no próximo sábado, dia 30 de Janeiro, no largo da porta nova em Barcelos. Produtos hortícolas caseiros e texteis são alguns dos artigos que poderá encontrar à venda na nossa barraquinha. Relembro que todo o dinheiro ganho na venda de produtos reverterá para a compra de materiais para o nosso projecto e não para uso pessoal! Esperamos por si! A sua ajuda é uma mais valia para o nosso projecto! Até sábado! :D

À Descoberta do Cérebro Humano

Apanhar quem quebra promessas

Investigadores da Universidade de Zurique descobriram recentemente o mecanismo psicológico, no cérebro, que liberta as promessas não cumpridas. As patentes da actividade cerebral são capazes de predizer se alguém faltou ao prometido.

O resultado do estudo, conduzido por Thomas Baumgartner e Ernst Fehr, ambos da mesma instituição, acima referida, e Urs Fischbacher, da Universidade de Konstanz, foi publicado nesta última edição do jornal «Neuron».

Segundo estes cientistas, a promessa é o mais antigo comportamento específico que promove a cooperação, a confiança e o companheirismo. No entanto, os compromissos não são, em regra, juridicamente vinculativos, mas formam a base para todas as situações de trocas económicas e sociais. E embora possam ser mantidos, também podem ser quebrados. Os incentivos materiais muitas vezes são o motivo que leva à decepção, seja no contexto social, económico ou político.

Para tentar perceber melhor este mecanismo, o neurocientista Thomas Baumgartner e os economistas Ernst Fehr e Urs Fischbacher levaram a cabo uma experiência de interacção social, através de um scanner cerebral, onde a quebra da promessa traria benefícios monetários para o faltoso e prejuízos para o parceiro.

O resultado do estudo mostrou um aumento da actividade em determinadas áreas do cérebro que desempenham um papel importante no processamento das emoções e do controlo, que acompanhavam o mecanismo de rompimento da promessa – o que sugere que essa quebra activa um conflito no prevaricador, por ter suprimido uma resposta honesta.

Expor mentirosos

A conclusão mais interessante é a que permite aos investigadores mostrar que esta patente, na actividade cerebral, pode ainda prever comportamentos futuros e expor o mentiroso.
Thomas Baumgartner explica que a descoberta pode indicar quem tem intenções malévolas num determinado momento em que realiza um compromisso. Por seu lado, o economista Ernst Fehr refere "um elemento crítico de base neural que pode explicar, igualmente, comportamentos anti-sociais".


Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37898&op=all#cont

Alzheimer: Juntar exercício físico e dieta mediterrânica reduz risco até 60 por cento - estudo

Lisboa, 11 Ago (Lusa) - O exercício físico e a dieta mediterrânica podem, quando associados, reduzir até 60 por cento o risco da doença de Alzheimer, segundo um novo estudo hoje divulgado por uma revista médica norte-americana.
Estudos anteriores tinham já salientado, mas separadamente, os efeitos benéficos da actividade física e da dieta na redução do risco de contrair aquela doença neurodegenerativa, sendo este o primeiro a explorar a associação dos dois comportamentos.

"Muitas vezes, as pessoas que fazem exercício físico seguem também dietas saudáveis e vice-versa. Quisemos saber qual dos dois comportamentos implica menos riscos e se a junção dos dois os reduz ainda mais", afirmou o principal autor do trabalho, Nikos Scarmeas, professor de neurologia clínica no Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1331813

Cérebro responde mais rapidamente à dor física que à dor mental

António Damásio afirma que as respostas do cérebro à dor física surgem e desaparecem mais rapidamente do que as respostas à dor mental. No texto sobre "Emoções e sentimentos", que foi ontem apresentado e sintetizado por Edmund T. Rolls, à margem das V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, em Viseu, o neurocientista português explica que, por exemplo, "a compaixão pela dor física evoca respostas mais rápidas na região do córtex insular [do cérebro] do que a compaixão pela dor mental".



Esta foi uma das hipóteses que viu confirmada num estudo que desenvolveu com Hanna Damásio e Mary Helen Immordino-Yang, no qual diz terem tido um "vislumbre" do que se passa no cérebro quando uma pessoa sente admiração e a compaixão.
O professor da Universidade do Sul da Califórnia considera a admiração e a compaixão são duas das mais notáveis "emoções sociais", um grupo de emoções    onde inclui também o embaraço, a vergonha, a culpa, o desprezo, o ciúme e o orgulho.
"Estas emoções são realmente provocadas em situações sociais e certamente desempenham papéis fundamentais na vida dos grupos sociais", refere, dizendo ser importante, neste âmbito, perceber se admiração e compaixão são diferentes e as regiões do cérebro com elas relacionadas.
Outra das conclusões a que chegaram, e que não previam, é que "a região do postero-medial córtex (PMC), que estava mais activa em situações de admiração por perícias e compaixão por dor física, era perfeitamente distinta da parte do PMC mais relacionada com a admiração por actos virtuosos e a compaixão por dor mental".
António Damásio, para quem a emoção é "um programa de acções", foi um dos autores estudados durante três dias nas V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, a par do ensaísta George Steiner, que se deslocou a Viseu, do filósofo Espinosa e do escritor Miguel Torga.


Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37390&op=all#cont

Sobre nós...


Somos o grupo "Impulsos", constituido pela Adriana, Laura, Sandra e Sílvia, alunas do 12ºA do Colégio La Salle. Aqui iremos postar todo o nosso trabalho ao longo deste ano lectivo, que será relacionado com o cérebro humano e doenças a ele associadas. Curiosidades, actividades a desenvolver será um pouco do que irá encontrar aqui.
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